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domingo, 9 de junho de 2019

“Fatos sobre a maconha que mudarão sua mente”


“Fatos sobre a maconha que mudarão sua mente”

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          Student Action, o setor estudantil da TFP americana, acaba de publicar em seu site interessantes e oportunas observações com o título “10 fatos sobre a maconha que mudarão sua mente”. O lobby da maconha é multibilionário.
    “Quais são os fatos sobre a maconha recreativa? Tem certeza de que é inofensiva? E deveria ser legal?
https://ipco.org.br/wp-content/uploads/2019/06/TFP-Student-Action-RZ-620x149.png“Enquanto o lobby multibilionário da maconha insiste que a cannabis é inofensiva, mais e mais pesquisadores e profissionais médicos estão chegando a uma conclusão diferente. Com base em fatos e ciência atualizada, este post irá ajudá-lo a eliminar a desinformação e descobrir o que a maconha recreativa está fazendo para perturbar e destruir o tecido moral e social da América.
     “1. Intoxicação por maconha distorce a realidade
     “A maconha é uma forma de intoxicação. Qualquer um que se torne intoxicado entrega (renuncia) sua capacidade de tomar decisões morais seguras. O livre arbítrio é comprometido ou perdido por um período de tempo. No entanto, as pessoas (usuários) vêem essa intoxicação como um meio de escapar da realidade. A cultura pop adora tanto o prazer imediato que nos leva a desistir de nossa faculdade mais nobre – a razão – em troca de uma “experiência” entorpecente. Algumas pessoas até arriscam suas vidas por uma sensação passageira de prazer ou excitação. O abuso de drogas mantém setores da América (das 3 Américas) como reféns. Segundo o Centro Nacional de Estatísticas de Saúde (EUA), 192 famílias por dia perderam alguém por causa de uma overdose de drogas em 2017. [1] Isso é o mesmo que um acidente de avião por dia nos EUA.
       2. Maconha, Crime e Violência
     “Muitos afirmam que a legalização da maconha reduz o crime. Mas isso não acontece. Depois que o Colorado legalizou a maconha em 2012, o crime violento aumentou em 20%. No mesmo período, a média nacional de crimes violentos diminuiu em aproximadamente 1%. [2] Colorado não está sozinho. O Alasca legalizou a maconha em 2014 e viu o aumento do crime violento em 30%. Em 2014, o Oregon também aprovou a maconha, e a taxa de criminalidade aumentou 21% [3]. Além disso, os estudantes que usam maconha mostraram ter três vezes mais chances de se envolver em comportamento fisicamente agressivo, em comparação com aqueles que não usam maconha, relatou o Journal of Interpersonal Violence. Novamente no Alasca, as suspensões escolares em Anchorage aumentaram 141% de 2015 a 2017 devido ao uso e porte de maconha. [4]
O que esses números estão nos dizendo?
“3. A maconha é um fardo para a saúde pública e a segurança
     “As salas de emergência estão sobrecarregadas por causa do uso de maconha. Um estudo publicado no Annals of Internal Medicine analisou cerca de 10.000 visitas de emergência ao Campus Médico Anschutz, da Universidade do Colorado Health, durante quatro anos. Aproximadamente 25% de todas as visitas ao hospital – cerca de 2.500 casos – estavam relacionadas ao uso de maconha. [5] Outro estudo entre funcionários dos Correios publicado pelo Journal of American Medical Association (JAMA) descobriu que aqueles que testaram positivo para maconha tiveram 55 por cento mais acidentes industriais, 85 por cento mais ferimentos e 75 por cento maior absenteísmo em comparação com aqueles que testaram negativo. 6] O número de acidentes automobilísticos envolvendo motoristas em maconha também subiu no Colorado, Washington e Oregon, onde a maconha recreativa é legal. [7].”

Hélio Bicudo desmascara Lula e o PT Completo // A mídia brasileira é de esquerda, é comprada e come na mão das elites socialistas


Hélio Bicudo, jurista,  desmascara Lula e o PT por Completo e entrega a mídia 






ROBERTO CAMPOS E O " LIVRO NEGRO DO SOCIALISMO "


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Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288.

O Livro Negro do Socialismo/Comunismo

Este livro mostra como matar 100 milhões de pessoas em 60 aninhos sem bombas atômicas, sem guerras entre países, apenas entre a população escravizada.

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"Le livre noir du communisme" (Edições Robert Laffont, Paris, 1997), escrito por seis historiadores europeus, com acesso a arquivos soviéticos recém-abertos, é uma espécie de enciclopédia da violência do comunismo. O chamado "socialismo real" foi uma tragédia de dimensões planetárias, superior em abrangência e intensidade ao seu êmulo totalitário do entreguerras - o nazifascismo.

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Ao contrário da repressão episódica e acidental das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico, fazendo parte da rotina de governo. Essa sistematização do terror não é rara na história humana, tendo repontado na Revolução Francesa do século 18 na fase violenta do jacobinismo, na "industrialização do extermínio judaico" pelos nazistas, e - confesso-o com pudor - na inquisição da Igreja Católica, que durante séculos queimava os corpos para purificar as almas.


O "Livre noir" me veio às mãos num momento oportuno em que, reaberto na mídia e no Congresso o debate sobre a violência de nossos "anos de chumbo" nas décadas de 60 e 70, me pusera a reler o "Brasil Nunca Mais", editado em 1985 pela Arquidiocese de São Paulo.
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Comparados os dois, verifica-se que o Brasil não ultrapassou o abecedário da violência, palco que foi de um miniconflito da Guerra Fria, enquanto que o "Livre noir" é um tratado ecumênico sobre as depravações ínsitas do comunismo, este sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana.


Produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que,
querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.


A aritmética macabra do comunismo assim se classifica por ordem de grandeza: 
China (65 milhões de mortos); 
União Soviética (20 milhões); 
Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); 
África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão);
Vietnã (1 milhão); 
Leste Europeu (1 milhão); 
América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).


O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético.Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses após a revolução de outubro de 1917.


Alguns líderes do Terceiro Mundo figuram com distinção nessa galeria de assassinos. Em termos de percentagem da população, o campeão absoluto foi Pol Pot, que exterminou em 3,5 anos um quarto da população do Camboja.


Fidel Castro, por sua vez, é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, equivalentes a 20% da população da ilha, tiveram de fugir. Juntamente com o Vietnã, Fidel criou uma nova espécie de refugiado, o "boat people" - ou seja, os "balseros", milhares dos quais naufragaram, engordando os tubarões do Caribe.


A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg: crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.


A discussão brasileira sobre os nossos "anos de chumbo" raramente situa as coisas no contexto internacional da Guerra Fria, a qual alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70, provocando um "refluxo autoritário" no Terceiro Mundo. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973.


Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante.


O grande mérito dos regimes democráticos é preservar os direitos humanos, estigmatizando qualquer iniciativa de violá-los. Mas por lamentáveis que sejam as violências e torturas denunciadas no "Brasil, Nunca Mais", elas empalidecem perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir".


Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio... Enquanto Fidel fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra.


Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. No ano passado, 38 anos depois da Revolução de Sierra Maestra, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo "ratoneras", "gavetas" e "tostadoras". Registre-se um traço de inventividade tecnológica - a tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.


Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos), Boniato, Kilo 5,5 ou Pinar Del Rio. Com estranha incongruência, artistas e intelectuais e políticos que denunciam a tortura brasileira visitam Cuba e chegam mesmo a tecer homenagens líricas a Fidel e a seu algoz-adjunto Che Guevara.


Este, como procurador-geral, foi comandante da prisão La Cabaña, onde, nos primeiros meses da revolução, ocorreram 120 fuzilamentos (dos 550 confessados por Fidel Castro), inclusive as execuções de Jesus Carreras, guerrilheiro contra a ditadura batista, e de Sori Marin, ex-ministro da agricultura de Fidel. Note-se que Che foi o inventor dos "campos de trabalho coletivos", na península de Guanaha, versão cubana dos "gulags soviéticos" e dos "campos de reeducação" do Vietnã.


A repressão comunista tem características particularmente selvagens. A responsabilidade é "coletiva", atingindo não apenas as pessoas, mas as famílias. É habitual o recurso a trabalhos forçados, em campos de concentração. Não há separação carcerária, ou mesmo judicial, entre criminosos comuns e políticos. Em Cuba, criou-se um instituto original, o da "periculosidade pré-delitual", podendo a pessoa ser presa por mera suspeita das autoridades, independentemente de fatos ou ações.


Causa-me infinda perplexidade, na mídia internacional e em nosso discurso político local, a "angelização" de Fidel e Guevara e a "satanização" de Pinochet. Isso só pode resultar de ignorância factual ou de safadeza ideológica.


Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício (solução que, se imitada em Cuba, facilitaria o fim do embargo).


Fidel considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Antes de Fidel, a economia cubana era a terceira em renda por habitante entre os latino-americanos e hoje caiu ao nível do Haiti e da Bolívia.


O Chile exporta capitais, enquanto Fidel foi um pensionista da União Soviética e, agora, para arranjar divisas, conta com remessas de exilados e receitas de turismo e prostituição. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil!


Apesar de fronteiras terrestres porosas, o Chile, com população comparável à de Cuba e sem os tubarões do Caribe, sofreu um êxodo de apenas 30 mil chilenos, hoje em grande parte retornados. Sob Fidel, 20% da população da ilha, ou seja, algo que nas dimensões brasileiras seria comparável à Grande São Paulo, teve de fugir.


Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava desinibidamente que "nós os comunistas já estamos no governo, mas não ainda no poder".


Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da revolução de 1964, o Brasil manteria apenas com alguns tropeços sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara minimamente sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação, e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.


É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que, no albor dos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...

Roberto Campos foi economista, diplomata, senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco). É autor de "A Lanterna na Popa" (Ed. Topbooks, 1994). Este e outros artigos podem ser encontrados no livro de Roberto Campos, Na Virada do Milênio, ed. Topbooks, 1998.

CARLOS HEITOR CONY // ESQUERDA COMPROMETDA COM CAPITAL ESPECULATIVO

 CARLOS HEITOR CONY Resultado de imagem para CARLOS HEITOR CONY
O escritor iniciou sua carreira no jornalismo nos anos 50, MEMBRO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, na mesma geração de Fernando Sabino,  Cony e Sabino chegaram a trabalhar juntos na revista Manchete, além de serem amigos de longa data.

Cony, assim como Fernando Sabino, é um dos resistentes da geração que amadureceu durante a Segunda Guerra Mundial e sentiu na pele o ônus da ditadura militar. Na aritmética de Cony, constam seis prisões. “Soube do golpe militar na redação onde trabalhava”, conta, puxando do fio da memória as páginas escurecidas da história do Brasil. Além da participação em “Vozes do Golpe”, Cony recuperou suas impressões sobre o regime militar nas crônicas do volume “ O Ato e o Fato”.
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Hoje, suas críticas se voltam ao governo Lula, como também o fez em relação ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Lula está mais para FHC do que para Jango”, arrisca irônico. Para o cronista, cujos comentários políticos também podem ser ouvidos na Rádio CBN, diz que Lula está comprometido com a dívida de capital especulativo e que não resolverá as questões sociais tão urgentes. “Eu critiquei muito FHC e continuarei criticando Lula. O Brasil é um cassino lucrativo para os investidores estrangeiros. Nossa dívida externa não vai acabar nunca”, disse. Por fim, Cony ainda soltou farpas sobre o projeto do Conselho Federal de Jornalismo. Para ele, um sinal da ´tendência ditatorial´ do Partido dos Trabalhadores. “O conselho é mais draconiano do que a censura militar”, desabafou.

sábado, 8 de junho de 2019

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